#SomosTodosWanderlan: Aula pública leva música e filosofia para o Centro de Maceió

Professores/as de filosofia da Ufal e do Ifal, com o apoio do Sintietfal, realizaram uma aula pública no centro de Maceió, na última sexta-feira, 7 de maio, para dialogar com a população sobre a importância da reflexão crítica, das ciências humanas e em defesa da educação pública.

O evento “em Defesa da Educação: valorizando as humanas”, aconteceu na Praça Montepio, a partir das 16h, e demonstrou solidariedade ao professor do Ifal, Wanderlan Porto, ameaçado de demissão pelo Ministro da Educação, Abraham Weintraub, por seu discurso em defesa da educação.

Além da aula pública de Porto e do professor de Ciências Sociais da Ufal, Júlio Cezar Gaudêncio, a atividade contou com shows da banda A vida além do Lattes e da cantora Natalhinha Marinho. O Sintietfal e estudantes também fizeram uso da palavra.

“Estamos aqui também para defender um ser humano, um professor, um educador, transformador de vidas que, para o Ministro da Educação, é apenas um ‘elemento’. Se a ação de um cara que tem o cargo de Ministro da Educação é perseguir um professor que dedica a sua vida a educação, o que podemos esperar das suas ações para a Educação nacional? Muitas perseguições ideológicas, muitas ações sem justificativas, como cortar orçamento de uma Universidade Federal por ‘balbúrdia’ e muita idiotice inútil, apenas”, disse Paulo Ventura, estudantes de filosofia da Ufal, ex-orientando do professor Wanderlan.

O presidente do Sintietfal, Hugo Brandão, também participou da atividade convocando os presentes para fortalecer a luta e a Greve Geral do próximo dia 14 de junho, sexta-feira.

“Estamos num momento em que precisamos de unidade para defender a educação pública, as ciências humanas e a aposentadoria dos/as trabalhadores/as. Justamente por isso, venho em nome do Sintietfal convocar todas as categorias, todos/as os/as trabalhadores/as e a juventude para fortalecermos a Greve Geral do dia 14 de junho e ocupar as ruas na defesa dos direitos da classe trabalhadora”, convocou Hugo Brandão, professor de filosofia do Ifal.

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