25º Grito dos/as Excluídos/as: classe trabalhadora e juventude voltam às ruas no dia 7 de setembro

Manifestação marcará novo Dia de Lutas em Defesa da Educação, dos Direitos e da Aposentaria

Em contraponto aos festejos do Dia da Independência do Brasil, o Grito dos/as Excluídos/as ocupa as ruas em todo o Brasil para denunciar as injustiças e as desigualdades. A manifestação é convocada há 25 anos pelas pastorais sociais da Igreja Católica, em parceria com os movimentos sociais.

Este ano, as centrais sindicais e o movimento estudantil resolveram reforçar o chamado da manifestação convocando mais um Dia Nacional de Lutas em defesa da educação e da aposentadoria. Em Maceió, a mobilização está marcada para o dia 7 de setembro, às 8 horas, na Praça Sinimbu.

Com o tema: “Este sistema não vale! Lutamos por Justiça, Direitos e Liberdade!”, o grito pretende alertar a população para os retrocessos que vive o país.

“O ajuste fiscal, a reforma trabalhista aprovada e, agora, o projeto de Reforma da Previdência, estão retirando direitos dos trabalhadores para favorecer aos interesses do mercado. O próprio sistema democrático está em crise, distante da realidade vivida  pela  população”, afirma carta da Confederação Nacional de Bispos do Brasil (CNBB).

Por decisão de reunião realizada no dia 26 de agosto, as Centrais Sindicais resolveram incorporar esta data ao seu calendário de lutas contra o governo Bolsonaro e seus ataques à Previdência, à educação e aos direitos sociais.

Já a União Nacional dos Estudantes, logo após o último Dia Nacional de Lutas em Defesa da Educação, dia 13 de agosto, também apontou o 7 de setembro como a próxima data de manifestações nacionais.

Para o Sintietfal, é importante a população mostrar nas ruas seu descontentamento com a política do governo Bolsonaro. “A maior parte da população está revoltada com o governo Bolsonaro e sua política de destruição da educação, da ciência, da aposentadoria, do emprego e do meio-ambiente. É preciso ir às ruas e mostrar que esse governo fascista não nos representa”, convocou Hugo Brandão, presidente do Sintietfal.

 

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