Servidores de Piranhas, Maragogi e Viçosa aderem ao Dia Nacional de Paralisação

Estudantes e servidores do câmpus Piranhas também decidiram organizar ato público

Servidores e estudantes lotaram o auditório para debater a mobilização desta sexta-feira

Nesta quarta-feira, 8 de novembro, os servidores de Piranhas, Maragogi e Viçosa se reuniram, em seus câmpus, para confirmar a adesão ao Dia Nacional de Paralisação desta sexta-feira, 10 de novembro. As assembleias municipais ratificaram a decisão já tomada em Assembleia Geral, de parar o IFAL para lutar em defesa de direitos e dos serviços públicos.

No caso de Piranhas, a aprovação teve a participação de 37 servidores, dos quais 34 votaram a favor, dois se abstiveram e um votou contra. Após a votação, os servidores convocaram os estudantes para uma grande plenária onde foi explicada a importância da paralisação contra os ataques de Temer.

Os estudantes, por sua vez, decidiram aderir à paralisação e construir, junto aos servidores, um ato público na cidade. A mobilização ficou marcada para o próprio dia 10, às 7h, no Pátio da Feira de Piranhas.

Os diretores do Sintietfal em Piranhas, Claudemir Martins e Marcondes Inácio, afirmaram estar contentes com a grande adesão ao Dia de Lutas.

“O Sintietfal enaltece a construção coletiva, democrática e horizontal entre os servidores e estudantes, pois fortalece a luta contra os ataques do governo golpista de Temer, dando oportunidade de os jovens serem protagonistas da luta e fortalecendo o papel do sindicato em Piranhas”, afirmou Claudemir.

Servidores de Maragogi confirmam adesão ao Dia Nacional de Paralisação

Maragogi – No câmpus localizado no litoral norte de Alagoas, os servidores também concordaram em paralisar as atividades nesta sexta-feira, dia 10 de novembro. A decisão foi tomada com 23 votos favoráveis e apenas uma abstenção. Com isso, a categoria demonstra também sua insatisfação com o governo Temer.

Viçosa – Os servidores do Câmpus Viçosa, em assembleia municipal, decidiram por aderir à paralisação em defesa dos direitos e contra as reformas de Temer. A expectativa é que o câmpus paralise suas atividades completamente e que os servidores compareçam ao ato público na capital alagoana, marcado para às 8 horas, na Praça Sinimbu.

Arapiraca – Em visita ao Câmpus Arapiraca, os diretores do Sintietfal dialogaram com a categoria sobre os motivos da paralisação de sexta-feira e convocaram para o ato que será realizado na cidade, com concentração às 9 horas, na praça da antiga prefeitura. Na ocasião, foi distribuído o jornal do Sintietfal e debatido sobre os ataques previstos por Temer contra os servidores públicos e os trabalhadores em geral. A diretoria sindical esteve representada por Hugo Brandão, Gabriel Magalhães e Ederson Matsumoto.

10 de novembro

O Dia Nacional de Paralisação e Greve é um chamado das Centrais Sindicais e sindicatos nacionais, como o Sinasefe, para a luta em defesa de direitos e contra as reformas de Temer. A mobilização acontece em todo o país na véspera da entrada em vigor da reforma trabalhista.

O Sintiefal já comunicou à Reitoria a decisão dos servidores do IFAL em aderir ao Dia Nacional de Paralisação. A Assembleia Geral Extraordinária foi realizada nesta segunda-feira, 6 de novembro, e aprovou parar o Instituto por unanimidade.

Até o momento, estão marcados mobilização em Maceió, às 8 horas, na Praça Sinimbu; em Ararpiraca, às 9 horas, na Praça da antiga Prefeitura; e em Piranhas, às 7 horas, no Pátio da Feira.

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