Pós-greve: docentes repõem conteúdo letivo e TAEs trabalho

Reposição ocorre sem corte de salário

Os/as docentes e TAEs do Ifal, que participaram dos 19 dias de greve por recomposição salarial e em defesa do serviço público, estão repondo os conteúdos curriculares e o trabalho represado nos setores administrativos. Esse foi o compromisso firmado com os gestores para que não houvesse corte de ponto da categoria.

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“A reitoria se comprometeu em não cortar salário de nenhum servidor/a. Quem fez greve não terá prejuízo financeiro, mas precisa fazer a reposição do trabalho – e não de horas –, conforme debatemos na reunião com os gestores”, afirmou Yuri Buarque, presidente do Sintietfal.

A reunião em questão trata-se do Colégio de Dirigentes, realizado no dia 20 de junho, com a participação do Sintietfal e dos Coordenadores de Gestão de Pessoas dos campi do Ifal.

Na ocasião, o Reitor Carlos Guedes e a Diretora de Gestão de Pessoas, Adriana Nogueira, reafirmaram que não terá desconto de salários e apresentaram a posição de sejam repostos os conteúdos não lecionados e o trabalho acumulado de acordo com a particularidade de cada campus e seus respectivos calendários acadêmicos, sem a necessidade de compensação de horas no ponto eletrônico.

O Sintietfal orienta que qualquer servidor/a com dificuldade em relação ao ajuste da reposição com a chefia ou que necessite de qualquer orientação adicional procure a direção do sindicato.

Pautas locais

A greve também trouxe ao debate reivindicações dos/as servidores/as do Ifal. A implantação das 30 horas e a realização de exames médicos periódicos foram pautas aprovadas na Assembleia Geral que deflagrou o movimento paredista.

A resposta da reitoria veio por meio de ofício ao sindicato, sendo pouco substancial. Sobre as 30 horas, apenas reafirmou as questões que já estavam sendo encaminhadas; já em relação à realização dos exames periódicos, a reitoria disse que tal medida já havia sido considerada e que tudo já está sendo providenciado, em vias finais de implementação.

O Sintietfal continuará acompanhando e cobrando esses direitos.

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