Comando de Greve do Sintietfal assegura reposição qualitativa de trabalho no pós-greve

Protocolo de Intenções foi assinado em reunião com a Reitoria na última sexta-feira, dia 3 de maio, confirmando que as horas não precisarão ser repostas

Reunião definiu um Protocolo de Intenções entre o Comando de Greve do Sintietfal e a Reitoria. Foto: Sintietfal

O Protocolo de Intenções, assinado pelo Comando de Greve do Sintietfal e pela Reitoria, assegurou que os/as servidores/as não precisarão repor horas de trabalho após a greve. A reunião aconteceu na última sexta-feira, 3 de maio.

No documento, ficou definido que a “compensação das atividades de trabalho administrativas e acadêmicas não realizadas durante o movimento paredista” ocorrerá “mediante reposição qualitativa de tais atividades”.

“Não serão repostas horas de trabalho, mas o trabalho em si”, afirmou Paulete Cerqueira, diretora do Sintietfal, em vídeo gravado após a audiência com o Reitor.

+++Clique aqui para ler o Protocolo de Intenções na íntegra.

Além da questão da reposição, o protocolo deliberou que, enquanto durar a greve, será mantida a prestação de 30% dos serviços considerados inadiáveis à comunidade do Ifal. Documento será disponibilizado em breve.

Sobre o registro de ponto dos TAEs, o presidente do Sintietfal, Yuri Buarque, orientou que os/as servidores/as aguardem as orientações que serão repassadas pela Reitoria às Coordenações de Gestão de Pessoas.

“Nossa orientação é que todos/as aguardem, não registrem suas ocorrências ainda. A Reitoria se comprometeu a emitir essa orientação, por escrito, para todos os campi, para que, quando nós tivermos novidades sobre exatamente qual vai ser essa ocorrência, passemos para toda a categoria, para que nós possamos regularizar o nosso ponto e nosso relatório do PGD, relativo ao mês de abril, até o dia 15 de maio”, afirmou Buarque, em vídeo publicado nas redes do Sintietfal.

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