Marcha da Classe Trabalhadora exige redução da jornada e o fim da escala 6×1
Centrais Sindicais entregam pauta de reivindicações ao Governo e ao Congresso
Nesta quarta-feira, 15 de abril, trabalhadoras e trabalhadores de todo o país se reuniram em Brasília para participar da Marcha da Classe Trabalhadora. A mobilização tem como objetivo pressionar o Congresso Nacional pela aprovação do fim da escala 6 por 1 e a redução da jornada de trabalho sem redução de salário.
A Marcha reuniu milhares de sindicalistas e teve ampla diversidade de categorias. A passeata foi em direção à Esplanada dos Ministérios, ecoando cobranças em defesa de melhoria nas condições de vida da trabalhadora e do trabalhador brasileiro.
A mobilização também a valorização do salário mínimo, a regulamentação do trabalho por aplicativos, o combate à pejotização, a revogação das reformas trabalhistas e previdenciária e a redução da taxa de juros.
O Sinasefe também participou da mobilização e voltou a cobrar o cumprimento integral dos acordos da greve de 2024. “A base do Sinasefe esteve presente na Marcha da Classe trabalhadora cobrando do Congresso inimigo do povo e também do Governo Nacional a valorização do salário mínimo, melhoria nas condições de trabalho e de vida e o cumprimento integral dos acordos de greve”, relatou Antonildo Pereira, coordenador Geral
Conclat 2026
Precedendo a Marcha, a Plenária da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora 2026 realizou a atualização da Pauta da Classe Trabalhadora (documento construído de forma unificada pelas centrais sindicais durante a Conclat realizada em abril de 2022) para o período de 2026 a 2030.
Durante a tarde, o documento foi entregue ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a ministros, às presidências da Câmara e do Senado. A pauta leva ao Congresso reflexões acerca de melhorias necessárias para garantir mais qualidade de vida às trabalhadoras e aos trabalhadores de todo o país.




